A Páscoa / 1

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Tal como manda a nossa tradição familiar, os feriados festivos são sempre passados no Algarve, onde reencontramos a parte algarvia da nossa família, que nos recebe sempre de braços abertos e um quintal carregado de laranjas.

Quando o Vicente era pequenino não gostava muito de imensa festa que nos faziam sempre que chegávamos. Mas este Vicente é muito diferente. A casa da bisa é uma extensão da nossa casa e ele ali se sente tão à vontade quanto na sala da própria casa, mesmo que esteja mais de meio ano sem correr naquele quintal.

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Desta vez o Vicente e a Alice tiveram a sorte de ir um dia antes com a avó e a tia, aproveitaram assim mais dois dias de praia do que a mãe e o pai. Quando nos reencontramos eles cheiravam a mar, tinham o cabelo duro de sal e areia e transbordavam felicidade.

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Na manhã de sábado fomos dar um passeio pela cidade, começando pelo nosso café favorito, onde a Alice aproveitou para retocar o batom.

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E porque a nossa bisa não consegue ficar muito tempo parada, decidimos seguí-la pelas ruas da baixa, em busca de folares e rebuçados para o mano.

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Eu adoro estas ruas pacatas e remendadas de Silves, com as suas casas baixinhas e antigas, carregadas de história.

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Depois do passeio reencontramos o Vicente que nos aguardava em casa, ansioso para ir para praia. Mas a praia só mostro no próximo post!

 

19 thoughts on “A Páscoa / 1

  1. a minha vontade era ter continuado ali esta semana, foi pena ter que voltar.. a vida ali segue outro ritmo, é tão melhor.
    e o vicente ontem estava convencido que hoje iria para o algarve outra vez 🙂

  2. Oh Lu que fotos tão lindas! Sabes que acho o Vicente o máximo, é tão lindo e expressivo! tem ar de ser um menino muito doce (mas sem ser lamechas 🙂 ).
    A minha família materna é precisamente de Silves, não tenho muita ligação à terra, mas o “sangue” e todinho daí!
    Amanhã vamos nós para o Algarve, 4 dias, só eu e o Gonçalo, vai ser uma aventura… 🙂

  3. falando sério? que engraçado! então se calhar a avó conhece, ela conhece toda gente ali, quando andamos com ela paramos o tempo todo para sermos

    aiii que bom! quem me dera ir para o algarve outra vez! deve estar calor.. aproveitem a praia! 🙂 bjo.

  4. que lindas fotos Lu. que saudades de portugal que tenho agora. dessas ruas e casinhas mesmo assim… que bom que o Vicente se sente assim na casa da bisa. a Lily e igual quando vamos para west virginia. e folares!!!!! a minha avo do algarve fazia e eram tao bons…… saudades!!!

  5. Vou aproveitar MUITO sim! 🙂
    A minha família é toda de Silves (os Ataídes), sei que o meu bisavó trabalhava no tribunal e uma tia era professora da primária; e do Poço Barreto (os Gonçalves), uma aldeia muito próximo. Mas eu não conheço quase ninguém… os meus avós saíram muito cedo de lá. De Silves o que melhor conheço é o cemitério de ir à campa da minha avó que morreu bem nova :p

  6. Que gostoso…acho que fui só duas vezes ao Algarve durante todo o tempo que vivi aí, uma pena… Tb adoro as casinhas e este ar de passado…preciosidades. Bjo

  7. sim, eu ja pensei menos nisso, em viver em algum lugar menor, mais calmo e de preferencia em uma moradia com um quintal. é pedir demais? 😀

  8. não, são digitais editadas, ainda não me aventurei nas analógicas, mas tenho vontade!

  9. então é como eu em relação ao norte, tenho pena de ir tão poucas vezes. vamos muito para o algarve por termos lá família. é sempre perfeito!
    bjo.

  10. pois, são escolhas. não é dificil, mas teriamos de escolher. porque todos os lugares teem vantagens e desvantagens. eu por ex poderia viver na ericeira, mas depois ficava longe de muitas coisas que também gosto, e que também fazem falta… depois penso muito em homeschooling mas nao consigo deixar de pensar que a mafi tenha de ir para uma escola boa… as escolas tb limitam muito as nossas opções, tal como os nossos empregos etc. ou então não queremos o suficiente, porque há muita gente que consegui. no meu caso, o problema é eu nunca saber ao certo o que quero mesmo, ou mudar de ideias demasiadas vezes 🙂

  11. pois, há muita gente que consegue! se calhar não conseguimos pq pensamos demais e arriscamos de menos. ficamos a espera de uma ideia mágica ou então algum empurrão do destino.. bem, isto é uma conversa grande! devíamos tê-la pessoalmente hahaha

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